Palmas-TO, 04 de dezembro de 2020

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Colaboradores relatam como têm mantido a saúde mental em meio à pandemia

Raíza Milhomem Atualizado em: 06/05/2020 08h30

A realidade que estamos vivendo desde o surgimento do novo coronavírus (Covid-19) trouxe para nossa rotina o distanciamento, a falta do afago e em muitos casos, o isolamento social. Ficar em casa, sem encontrar os familiares e amigos, ou ir ao trabalho, mas não poder conversar de perto com os colegas de sala e passar a adotar novos hábitos não tem sido tarefa fácil para a saúde mental de muitas pessoas.

Conscientes que é uma medida considerada urgente e necessária para preservar a saúde pública e conter o número de casos da doença no Brasil, os colaboradores da Fundação de Apoio Tecnológico e Científico do Tocantins (Fapto) tem cumprindo a risca as orientações dos órgãos de saúde para dar continuidade aos atendimentos, andamento nas ações e nos projetos que estão sendo desenvolvidos pela instituição.

A administradora Thanne Ribeiro que é coordenadora de Administração e Logística da Fapto, lembra que nestes dias, o importante é cumprir as regras e cuidar para que a mudança temporária do comportamento social não abra espaço para pensamentos negativos crescerem, assim como a angústia. “Precisamos saber organizar bem a rotina durante o trabalho e também nos dias em casa, cultivando e transmitindo para quem está próximo pensamentos responsáveis e otimistas”, sugere a colaboradora.

O coordenador de Finanças, William Pereira, lembra que a pandemia do novo coronavírus não é o primeiro e último desafio a ser enfrentado no planeta. Para ele, o importante é sabermos que não estamos sozinhos nesta luta. "Pensar que esta fase ruim é uma situação transitória que vai passar e que cada um de nós estamos contribuindo positivamente para isso, ajuda a acalmar a mente”, conta o colaborador.

A psicóloga Thaydja Campos, explica que neste período de distanciamento e isolamento social é importante a construção de uma rotina e a organização das atividades ao longo da semana. Isso pode ser pensado e elaborado junto com toda a equipe de trabalho.

Thaydja relata que a alteração da rotina diária e semanal, onde há flexibilização de limites, horários e regras tanto em relação ao sono, comportamentos, uso de tecnologia, alimentação e atividades educacionais, deve ser observada. “A comunicação é a chave para uma boa convivência. O momento é formidável para exercitar o carinho, a conversa, perguntar sobre os gostos e preferências dos familiares e amigos, escutar as ideias e sonhos”, orienta chamando a atenção para evitar ideias negativas, que trazem medo e muita apreensão, pois são comparadas a gatilhos tóxicos que desencadeiam pensamentos que não são bons.