Palmas-TO, 24 de junho de 2024

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Projeto apoiado pela Fapto debate políticas públicas para a Educação do Campo e Quilombola

Atualizado em: 17/11/2023 11h19

O diretor-geral da Fundação de Apoio Científico e Tecnológico do Tocantins (Fapto), Léo Araújo, participou na manhã desta sexta-feira, 17, da solenidade de encerramento do Seminário e Conferência de Educação do Campo e Quilombola, promovido pelo Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

O evento que teve início, na quinta-feira, 16, no auditório da Escola Estadual Professora Elizângela Glória Cardoso, em Palmas, discutiu a construção de políticas para a Educação no território do Tocantins, com foco na construção na formulação da Política Estadual de Educação do Campo e Quilombola, a partir das realidades e anseios das escolas do campo e quilombolas da rede estadual.

Participaram dos debates e das reflexões gestores escolares, estudantes e representantes dos movimentos sociais do campo e quilombola do Tocantins. Atualmente, a rede estadual do Tocantins conta com 47 escolas do campo e quatro escolas quilombolas, atendendo cerca de 7 mil estudantes. Dentre as unidades do campo, cinco escolas ofertam a Pedagogia da Alternância, quatro dessas são Escolas Família Agrícola e três Escolas Agrícolas que ofertam ensino técnico profissionalizante.

O secretário executivo, Edinho Fernandes, falou sobre a relevância da participação de todos no encontro. “Que esse período de discussão seja muito positivo para o crescimento da nossa educação. O trabalho em parceria com a Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT) com apoio da Fapto trará grandes transformações, levando em consideração cada particularidade. Estaremos presentes em cada município, com a finalidade de identificar as necessidades e fazer as intervenções”, ponderou.

O professor da UFNT, campus de Tocantinópolis, que coordena o projeto, Ubiratan Francisco de Oliveira, apresentou as características do Território do Tocantins durante o evento. “O território do Tocantins tem perfil de campo, com diversos povos e um extrativismo muito presente. Com essa discussão, percebo muita esperança, no sentido do verbo esperançar, de buscar algo, isso me anima bastante devido ao envolvimento de todos. A educação do campo e quilombola, no contexto histórico, busca a promoção completa de uma materialização do direito fundamental”, concluiu o professor. (Com informações da Seduc)