Palmas-TO, 21 de setembro de 2020

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#Fapto16anos: Primeiro colaborador da Fapto relembra o começo da instituição

Atualizado em: 22/06/2020 16h51

Já faz quase 16 anos que todos os dias ele acorda bem cedinho, organiza sua roupa, se ajeita e sai de casa para trabalhar. Sempre foi um dos primeiros a chegar na Fundação de Apoio Científico e Tecnológico do Tocantins - a Fapto, instituição que acolheu o tocantinense de Porto Nacional, Weder Paranhos, desde a sua implantação em 2004.

Com 54 anos de idade, a trajetória de trabalho de Weder se mistura com a história da Fundação, pois o portuense foi o primeiro colaborador a compor a equipe que na época contava com apenas cinco pessoas. Nesta caminhada, muitos desafios foram superados e as conquistas acompanharam o dia a dia tanto da instituição, quanto do funcionário, hoje visto como um veterano pelos os colegas.

Weder entrou na Fundação para exercer a função de motorista, mas pela carência de profissionais no início da instalação da Fapto, ele atuou em outras áreas. Saudosista ele lembra que muitas vezes fez a função da secretária do diretor executivo, ajudou no financeiro, e até chegou a atender vários professores que chegavam na instituição com dúvidas. “Como éramos poucos, eu procurava ajudar no que podia. Me lembro direitinho, que o diretor financeiro da época - o professor Gracino insistia comigo para estudar, fazer um curso de contabilidade, entrar na universidade, mas o que eu gostava mesmo era dirigir, sempre gostei da minha profissão. Tive muitas oportunidades de exercer outros cargos na Fapto, mas sou feliz com que eu faço”, conta satisfeito lembrando também que já recebeu homenagem da instituição pelo seu comprometimento com o trabalho .

O motorista lembra com carinho da inauguração da sede da Fapto. Segundo ele, a Fundação saiu de uma única sala pequena, para um prédio grande e próprio. “No começo ficamos os cinco em uma sala apertada, ainda no prédio da Universidade, depois foi alugado um espaço maior no centro da cidade. E hoje, estamos aqui na sede da Fapto, com tantos funcionários. Um lugar espaçoso, organizado e cheio de bons profissionais”, relata Weder.

Questionado se vai esperar a aposentadoria trabalhando na Fapto, ele responde logo e com firmeza. “Quero me aposentar aqui. Quero continuar contribuindo com a Fundação. Sou muito grato e feliz de fazer parte desta equipe”, disse.

Para o então diretor executivo Léo Araújo que também entrou na Fapto logo no início, um colaborador como o Weder é peça-chave de qualquer instituição ou empresa. “O nosso colega Weder é um exemplo de dedicação, responsabilidade, comprometimento e motivação para todos da equipe. Aqui, nós temos muitos funcionários que ajudaram a construir a história da Fapto. À medida que a Fundação se consolida, a relação do colaborador com a instituição se torna ainda mais forte. O colaborador dedicado, motivado e qualificado realmente muda a história de uma organização”, afirma